Sunglint no Oceano Atlântico – NASA

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A luz solar irradia de um Oceano Atlântico parcialmente nublado logo após o nascer do sol, enquanto a Estação Espacial Internacional orbitava 263 milhas acima em 5 de março de 2025. Este é um exemplo de brilho solar, um fenômeno óptico que ocorre quando a luz solar reflete na superfície da água no mesmo ângulo em que um sensor de satélite a visualiza. O resultado é um reflexo especular espelhado da luz solar na água e de volta ao sensor do satélite ou ao astronauta.

Embora o sunglint produza frequentemente imagens visualmente impressionantes, o fenómeno pode criar problemas para os cientistas de detecção remota porque obscurece características que normalmente são visíveis. Isto é particularmente verdadeiro para os oceanógrafos que utilizam satélites para estudar o fitoplâncton e cor do oceano. Como resultado, os pesquisadores desenvolveram vários métodos para filtrar imagens contaminadas com sunglint dos arquivos de dados.

Apesar dos desafios colocados pelo sunglint, o fenómeno oferece algumas oportunidades científicas únicas. Torna mais fácil, por exemplo, detectar petróleo na superfície da água, quer seja proveniente de infiltrações naturais ou de derrames de petróleo provocados pelo homem. Isso ocorre porque uma camada de óleo suaviza as superfícies da água.

Crédito do texto: Adam Voiland

Crédito da imagem: NASA

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