Resolvendo os mistérios do asteróide Bennu – NASA

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Essas tomografias computadorizadas de raios X (XCT), divulgadas em 17 de março de 2026, nos dão uma visão do interior do asteroide Bennu. Eles mostram os tipos mais comuns de redes de fissuras observadas em amostras de Bennu; essas redes resolveram um mistério que confundiu a NASA durante anos.

Quando Nave espacial OSIRIS-REx da NASA se aproximou do asteróide Bennu pela primeira vez em 2018, os cientistas esperavam ver superfícies lisas e arenosas semelhantes a praias. Em vez disso, encontraram um corpo celeste coberto de pedras. Observações feitas em 2007 pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA mediram a baixa inércia térmica, indicativa de um asteróide cuja superfície aquece e arrefece rapidamente à medida que gira para dentro e para fora da luz solar, como uma praia arenosa na Terra. Isto estava em desacordo com as muitas pedras grandes que a OSIRIS-REx encontrou à chegada, que deveriam agir mais como blocos de betão, libertando calor muito depois de o Sol se pôr.

Os dados recolhidos pela sonda OSIRIS-REx durante a sua campanha de pesquisa no asteróide sugeriram uma possível explicação: as rochas poderiam ser muito mais porosas do que o esperado. Assim que as amostras foram entregues à Terra, os pesquisadores puderam investigar isso mais detalhadamente.

Saiba como essas varreduras XCT ajudaram a reconciliar a discrepância entre o que era esperado e o que foi encontrado em Bennu.

Crédito da imagem: NASA/Scott Eckley

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